Objetivo para o setor de aluguer de automóveis, que procura abranger mais situações.
União Europeia acelera a proibição de combustão, de acordo com fontes dentro da Comissão, não identificadas.
O objetivo será começar no setor de aluguer de veículos já em 2030. Para tal, espera-se que que as frotas sejam substituídas por elétricos até 2032 – o que poderá ser contraproducente. A maioria dos clientes não opta pela solução tendo em conta as elevadas taxas de aluguer para este tipo de automóvel.
“Se a nova regulamentação for implementada, encontrar veículos de combustão interna usados poderá tornar-se cada vez mais difícil após 2030.”, pode-se ler na notícia. E isto porque, por norma, as frotas de aluguer costumam ser trocadas em cerca de 2 anos. Verifica-se assim uma maior facilidade em escoar veículos a combustão e trocar por outros mais “verdes”.
Por outro lado, também se espera que a ideia chegue às frotas empresariais (que costumam adquirir cerca de 60% dos veículos no mercado). A ser concretizável, o mercado de veículos a combustão poderá entrar em queda. E se assim for, maior será o problema para os fabricantes europeus. Atualmente já atravessando uma crise gigante por falta de matérias-primas e pelos elétricos não terem a saída esperada ao consumidor privado.
União Europeia acelera proibição de veículos tradicionais, em nome da transição energética.
O tom é sempre o mesmo: transição energética. Mas a verdade é que as consequências de uma eletrificação forçada não parecem ser tidas em conta.
A União Europeia e a sua Comissão continuam a querer, caso estas medidas se confirmem, acelerar um processo ser darem alternativas reais aos consumidores e à própria indústria.
Levando em consideração as novas tarifas agora acordadas com os Estados Unidos e a forte dependência internacional, a descarbonização dos diferentes setores da sociedade parece ser cada vez mais complexa. E poderá causar problemas a nível social.
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