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Importação de óleo de palma diminuiu em território europeu

 

Confirmado pela Comissão Europeia, a importação de óleo de palma diminuiu, continuando a tendência negativa.

Um tema que leva a preocupação, mas que ganha agora boas notícias. De acordo com últimos dados oficiais, a importação de óleo de palma diminuiu ao longo de 2025. De 1 de julho a 2 de novembro de 2025, observou-se uma redução de 20% dos valores importados, por comparação com o período homólogo de 2024.

De entre as razões apresentadas, listam-se a crítica da opinião pública, obrigando os Estados-Membros a excluírem biocombustíveis com origem nesta matéria-prima. Contudo, os Países-Baixos e a Itália continuam a ser os maiores importadores. No primeiro caso, é um dos principais polos de mercado para esta matéria-prima. Além disso, apresenta-se como uma localização chave para a produção de biocombustíveis. Já a Itália, em segundo lugar, começa a apresentar uma maior tendência negativa. Por sua vez, a Bélgica e Espanha apresentam uma ligeira subida nos volumes.

Do lado das exportações, a Malásia é um dos principais fornecedores – com números crescentes a nível mundial. Segue-se a Indonésia, mas com o gráfico a mostrar uma quebra de vendas.

Confirmado pela Comissão Europeia, a importação de óleo de palma diminui

Importação de óleo de palma diminui na União Europeia, dando lugar a outras matérias-primas.

Com a redução da importação do óleo de palma, outras matérias-primas ganham destaque. A produção de combustíveis renováveis ou de baixo carbono pode ser feita por outras vias. E sabe-se que tem havido maior procura nestas alternativas. Óleos alimentares usados e gorduras animais são usados sobretudo na produção de HVO e biodiesel. Desta forma compensa-se o declínio verificado.

Em simultâneo, uma vez que os países devem cumprir quotas de biocombustíveis, as matérias-primas substitutas são uma mais valia. Isto porque, dependendo da sua categoria podem ser contadas duplamente para se atingirem as metas nacionais de cada Estado.
Desta forma, tornam-se um incentivo à produção de combustíveis renováveis que permitam o cumprimento das metas climáticas, sem haver dúvidas quanto à sua origem primária.

(Mais informações sobre o Anexo IX da Diretiva de Energia Renovável – sobre as matérias-primas permitidas para dupla contagem, pode ser acedido em Raw Materials & intermediate products (atualização Novembro 2025)

 

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