Dando cartas nos biocombustíveis, a PRIO apresenta valores mais baixos nas estações de abastecimento.
Face ao contexto geopolítico atual, o ECO Diesel da Prio apresenta aumento inferior por comparação com os combustíveis fósseis.
Com uma incorporação de 15% de biocombustível, o produto final, produzido em Aveiro, apresenta um menor aumento de preços. Esta diferença deve-se, entre outros fatores, à menor dependência de matérias-primas de origem fóssil para a sua produção.
Preservando-se face ao aumento geral de preços, por resposta aos conflitos observados no Médio Oriente, o biocombustível de marca nacional é produzido a partir de resíduos, reduzindo a dependência de outro tipo energético.
ECO Diesel da PRIO apresenta aumento inferior face aos combustíveis tradicionais de origem fóssil.
A PRIO, que já conta com 20 anos de trabalho e experiência, não tem dúvidas quanto à necessidade de aposta nos biocombustíveis.Não apenas pela demonstração de maior independência face aos combustíveis “de fora”. Aqui fala-se de um impacto ambiental claro, com redução de emissões de carbono, mas também de economia circular.
A utilização de matérias-primas usadas, resíduos urbanos e domésticos, óleos alimentares usados, são essenciais para que o termo “sustentável” possa ser usado.
Ao mesmo tempo, é uma resposta em tempos de crise – quando a eletrificação não basta apenas, ou quando o mercado internacional surge com perturbações que afetam a generalidade dos consumidores a nível mundial.
LEIA A NOTÍCIA AQUI