Estratégia, ação, resultados e soluções, são os pilares do novo plano automóvel no Canadá.
Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, afirma que o país não recua na transição energética. Contudo revela ser essencial revisitar as prioridades quanto aos planos de descarbonização na mobilidade automóvel.
Embora tenha revogado a obrigatoriedade de venda para apenas viaturas elétricas a partir de 2035, Carney revela um plano estratégico ao setor. No documento, procura estabelecer equilíbrios comerciais com os EUA, bem como mantém em vigilância a manutenção de 500 mil empregos, a cadeia de valor e abastecimento, infraestruturas e incentivos fiscais.
“Sabemos para onde está a ir a indústria automóvel. Vamos apoiar essa transição.”, declara o PM do Canadá, pretendendo alcançar até 2040, 90% de vendas de elétricos.
As novas medidas, embora possam parecer recuar no ímpeto climático, pretendem reforçar o setor automóvel. Para tal, espera-se uma injeção de 1.8 mil milhões de euros para apoiar a produção de veículos elétricos. Ao mesmo tempo, procuram solucionar o impacto das tarifas promovidas pelos Estados Unidos.
Canadá não recua na transição, e continua a apostar numa mudança ambiental.
Focado na transição energética, Mark Carney não vê como recuo ou desistência a sua escolha. Saber esperar e avaliar o mercado também é algo necessário aos países soberanos. E embora haja intenção de construção de novo oleoduto, o primeiro-ministro garante que a mudança será feita.
Para isso, a cadeia de abastecimento de matérias-primas e peças de construção terá de ter apoios fiscais. Dentro do documento apresentado, também se fala no investimento a mais estruturas de carregamentos rápidos. A consolidação destas necessidades permite a criação de um mix energético que envolva vários interesses, económicos e da população.
LEIA A NOTÍCIA AQUI