Goldenergy, Axpo Iberia e Teixeira do Batel são as 3 partes interessadas nos acordos. Biometano é o objetivo final.
O biometano avança em Portugal, com novos projetos, desta feita em Vila do Conde. A Goldenergy e Axpo Iberia assinam contrato que permite a utilização de resíduos agrícolas para a produção do biogás.
Nos contratos inclui-se a construção de uma central de produção operada pela Axpo, e a exploração dos resíduos agropecuários da Teixeira do Batel. Já a Goldenergy irá adquirir a produção total energética, passando a comercializar a eletricidade e o gás biológico gerados.
“O biometano não é apenas uma solução energética, mas uma solução para o futuro mais verde e competitivo que todos desejamos construir.”, reflete Miguel Checa, Diretor Geral da Goldenergy.
Já para a Axpo Iberia, “a assinatura destes dois contratos (…) reforça o nosso compromisso com a concretização deste projeto estratégico para a Axpo em Portugal e a nossa posição de liderança em projetos sustentáveis.”, menciona Canseco Jacobo.
Biometano avança em Portugal com matéria-prima endógena.
Importante para a produção será a origem da matéria-prima. E neste caso, avançar com os resíduos da Teixeira do Batel é muito positivo a nível nacional.
“Estamos muito orgulhosos por poder fazer parte desta solução tão sustentável”, diz José Moreita de Azevedo Teixeira, proprietário da Teixeira do Batel.
Já a estação de produção de biometano permitirá uma produção de 1 TWh na Península Ibérica, a longo prazo. A Goldenergy pretende injetar gás renovável na rede dos clientes enquanto solução energética mais limpa.
Um projeto a 3 “mãos” com perspetiva de futuro.
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