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Biomassa do Fundão entra na rede elétrica nacional

Central de Biomassa do Fundão supera expectativas.

A biomassa do Fundão entra na rede elétrica. Só em 2025 injetou na rede nacional aproximadamente 6% da produção total da eletricidade produzida por esta matéria-prima. Comprova, desta maneira, a importância dos resíduos florestais como fonte energética que pode ser aplicada ao nosso dia-a-dia.

“A biomassa assume um papel complementar essencial face a outras fontes renováveis intermitentes”, informa Manuel Pitrez de Barros, Diretor Geral da Central de Biomassa do Fundão.

Numa altura crucial na descarbonização da indústria e no apoio à transição energética, a biomassa pode ser mais uma fonte à matriz. É uma matéria-prima autóctone e que não depende de importações – e, a ser bem usada, é uma fonte de energia estável.

Biomassa do Fundão entra na rede elétrica nacional

Biomassa do Fundão entra na rede nacional, valorizando a economia portuguesa.

Num projeto que já passou por altos e baixos, a Central de Biomassa do Fundão valorizou 150 mil toneladas de matéria-prima florestal em 2025. Garante também 100 postos de trabalho diretos e indiretos. E é uma empresa que aposta na gestão do território florestal, pretendendo reduzir a sua carga combustível.

Atualmente é subsidiária da Centrais de Biomassa do Norte, junto à Central de Biomassa de Viseu.

A biomassa enquanto matéria-prima pode incluir diferentes materiais. Desde resíduos agrícolas (palha, cascas de fruta, restos de colheitas, ou restolho), resíduos florestais (sobrantes de poda, madeira não aproveitada e serradura) e também resíduos urbanos (tais como restos de alimentos, e resíduos orgânicos de jardins).

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