EDA aposta em biocombustíveis e sintéticos.
A EDA – Eletricidade dos Açores avalia combustíveis de baixo carbono para vários objetivos. O primeiro, reduzir as emissões de dióxido de carbono das suas operações, sem ter de alterar equipamentos. Em segundo, pretende ter uma garantia para uma transição com novas fontes energéticas, de menor carbono associado.
Para tal, atualmente, a EDA está a participar em projetos europeus e regionais com destaque para estudos com hidrogénio e combustíveis sintéticos, mas também analisa o potencial em HVO e outros biocombustíveis.
“Estes combustíveis distinguem-se por poderem ser utilizados nas centrais atuais com adaptações limitadas, o que facilita uma transição gradual.”, explica a energética açoriana em comunicado.
Eletricidade dos Açores avalia combustíveis, embora identificando outros desafios.
Embora pesquisando as alternativas energéticas, a EDA identifica os constrangimentos que possam vir a ter em caso de avançar com os projetos.
Nomeadamente, a falta de cadeias logísticas que estejam operacionais na região, e que são necessárias para a produção e fornecimento destes biocombustíveis.
Uma das necessidades associadas depende do transporte marítimo, bem como do desenvolvimento de unidades de armazenamento.
Como tal, a EDA acrescenta que: “a introdução destes combustíveis exige não só validação técnica, mas também a maturação das cadeias de valor e dos canais logísticos associados.”
Contudo, isto não impede a continuidade dos projetos de avaliação, com o projeto Green Hysland, o projeto LIFE IP Climaz e ainda o Projeto Hidrogénio Verde do Programa Operacional Açores 2030.
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