Entre o potencial de desenvolvimento e cuidados com as incertezas.
O Bureau Veritas Marine & Offshore apresentou um documento que menciona as implicações da RED III e impacto no setor marítimo. Embora tendo em atenção que as metas propostas para os transportes garantem uma redução de emissões até 2030, o setor marítimo poderá sofrer variações. Como resultado pode haver maior variedade de biocombustíveis disponíveis, mas em simultâneo, alterações na sua disponibilidade e custos associados.
“O transporte marítimo enfrenta uma multiplicidade de desafios num contexto global cada vez mais volátil e incerto.”, explica Julien Boulland, responsável de Estratégia de Sustentabilidade da Bureau Veritas Marine & Offshore.
Dentro do pacote de medidas do RED III, para o setor dos transportes, impõe-se uma integração de 29% de energia renovável até 2030. Também no documento, é esperado que os estados-membros garantam limites até 5.5% para 2030 de combustíveis avançados, biogás e combustíveis renováveis de origem não biológica (RFNBO) – ou e-fuels.
RED III e impacto no setor marítimo, perante eventuais alterações regulatórias.
No setor marítimo, os países com portos deverão atingir quotas de fornecimento de RFNBOs até ao mínimo de 1.2% em 2030. Mas isto poderá ser alterado mediante a disponibilidade de cada país e/ou a sua capacidade de aquisição.
Contudo, a transposição da diretiva pode ainda gerar desigualdades entre os países. Como resultado, podem ocorrer quadros regulatórios diferentes, que terão de ser harmonizados.
Desta forma compensam todos os investimentos, buscando a descarbonização dos setores e indústria.
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