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Parceria multinacional para o biometano, promove a transição energética no setor da mobilidade pesada
Projeto engloba a Dourogás, a Bosch Portugal e a Transportes J. Amaral, que formam parceria multinacional para o biometano.
A Dourogás, a Bosch Portugal e a Transportes J. Amaral (TJA), formam parceria multinacional para o biometano. Com o objetivo de colocar em circulação uma viatura movida a 100% de biometano, as três empresas mostram mais um passo rumo à descarbonização verde, tanto para o setor da mobilidade de transportes pesados e logística, bem como para o setor industrial.
Com esta nova viatura, que irá fazer parte da frota da TJA, espera-se uma redução de 139 toneladas de CO2. Por outro lado, a questão da utilização do biometano é colocada, quando pode permitir a substituição direta do gás natural veicular (GNV), ou do gás natural (GN). Perante o novo Plano de Ação para o Biometano, o tema da descarbonização do setor da mobilidade, bem como de outros setores industriais torna-se cada vez mais presente.
Parceria multinacional para o biometano, em conta com as metas empresariais
Palavras de Bernardo Boal, Mobility Manager na Dourogás: “A transição energética no setor da mobilidade, sobretudo, a mobilidade pesada é uma prioridade para a descarbonização da economia e o biometano é a alternativa imediata para a acelerar.” A empresa conta descarbonizar também a sua rede de postos de abastecimento.
Já a Bosch, tem por objetivo reduzir as emissões do Escopo 3 até 15% para 2030. Em Portugal pretende continuar essa meta, através da descarbonização das rotas de transporte.
Por seu lado, a TJA pretende testar os consumos e emissões de gases, através da utilização do biometano. Reconhece, igualmente, que a utilização deste gás, permite estabelecer uma circularidade de matérias, pela utilização de resíduos orgânicos, por exemplo.
“A TJA dá continuidade ao seu esforço por um futuro mais verde, pelo que, em parceria com a Bosch e a Dourogás, continua empenhada em encontrar soluções para uma mobilidade menos poluente dando início a este projeto (…) podendo tornar-se numa alternativa efetiva aos combustíveis convencionais.”, explica Fábio Brandão, Diretor Logística e de Transportes.
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