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Emissões de pesados aumentam 30%, de acordo com dados do PNUMA

As emissões de pesados aumentam 30% desde o registado em 2000. Os dados foram revelados pelo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que refere a necessidade de descarbonizar o setor dos transportes.

Verificando-se uma cada vez maior necessidade e crescimento deste tipo de transporte, é impossível reduzir a sua presença.

O relatório do PNUMA, afirmando que as emissões de pesados aumentam 30% desde 2020 refere também, que mais de 40% das emissões de óxido de azoto nas estradas, provém do setor.

Já para o objetivo de redução, a ocorrer, depende apenas da vontade dos vários países, desenvolvidos e em desenvolvimento, em investir em novas tecnologias, novas fontes de energia, que permitam uma redução destes valores. Uma responsabilidade conjunta, que possa garantir maior segurança, e melhores condições.

Imagem colorida e ilustrativa de camiões pesados de mercadorias. As emissões de pesados aumentam 30% desde 2000, provocando diversos problemas, nomeadamente ao nível da poluição.

Emissões de pesados aumentam, aumentando a fraca qualidade do ar atmosférico

O documento apresentado agora pelo Programa das Nações Unidas, revela ainda mais informações. Nomeadamente menciona também os vários problemas de saúde associados aos agentes de poluição atmosférica. Partículas finas, abaixo das 2.5 milésimas partes do milímetro, são responsáveis por problemas cardíacos e, obviamente, pulmonares. Por outro lado, o carbono negro, resultante da combustão incompleta de combustíveis fósseis, também é gerado por via do transporte pesado.

Uma vez observada a complexidade da situação, as Nações Unidas, sugerem regras por forma a reduzir a poluição.

“Os camiões e os autocarros contribuem para o crescimento económico em quase todo o mundo, mas são necessárias regulamentações ambiciosas para travar as suas emissões, que geram impactos ambientais e na saúde.” (Rob de Jong, chefe da Unidade de Mobilidade Sustentável do PNUMA )

O vetor de baixo carbono poderá ser uma das soluções previstas, numa perspetiva JUSTA de transição energética. No entanto, a utilização de veículos pesados irá sempre aumentar, por resposta ao aumento das necessidades de transporte global. Por outro lado, os países em desenvolvimento terão sempre maior dificuldade, principalmente devido às frotas em segunda mão, em mau estado de conservação. Falamos de veículos em fim de vida, geralmente “enviados” a partir das principais potências económicas mundiais.

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