www.eco.sapo.com
Combustíveis renováveis e a descarbonização – a real transição energética
Alternativa ao fóssil, os combustíveis renováveis são uma resposta ideal.
Os combustíveis renováveis e a descarbonização andam em paralelo. E fazem todo o sentido serem mencionados juntos. À ECO, a Repsol apresenta o Diesel Nexa 100% renovável. O biocombustível que já está disponível em mais de 60 postos de abastecimento em Portugal.
Contudo, não basta apenas saber isto. É preciso sempre e todos os dias recordar como são feitos. Para que servem. Claramente qual o resultado.
Correspondendo a combustíveis de segunda geração, estes produtos com baixo teor em carbono, são produzidos por resíduos ou materiais orgânicos. Podem ser usados em motores normais, incorporados (por agora) com os combustíveis tradicionais. E são responsáveis por uma redução de até 90% de emissões de CO2.
Ultimamente, mais se tem conhecido sobre o HVO (Óleo Vegetal Hidrotratado) – produzido a partir, entre outros, de óleos alimentares usados (mas também SAF, para a aviação).
Combustíveis renováveis e a descarbonização, num equilíbrio entre várias fontes energéticas.
“(…) os combustíveis renováveis são uma solução inovadora que representa uma alternativa imediata para a descarbonização nos transportes”, descreve a ECO no seu artigo, em parceria com a Repsol.
E a verdade é que não se deve apenas focar numa única solução energética. One size DOES NOT fit all. E aí entram os combustíveis renováveis que permitem uma utilização em qualquer tipo de veículo.
Em Cartagena, a Repsol criou a primeira refinaria totalmente dedicada à produção de biocombustíveis na Península Ibérica, esperando-se mais duas em breve. Já o produto que disponibiliza ao mercado, o Nexa 100% renováveis, é resultado dos tais produtos que, de outra forma, seriam descartados.
Produtos que têm elevado teor energético, que podem e devem ser reaproveitados. Mas que precisam de maior divulgação entre a sociedade, por forma a alertar o apoio de todos – na recolha, na seleção e no envio para os centros corretos.
Só desta forma poderemos ter matérias-primas de qualidade, certificadas, e capazes de fazer a real transição energética.
LEIA A NOTÍCIA AQUI