Mota-Engil Ambiente assegura projetos com financiamento de 25 milhões de euros.
A Mota-Engil Ambiente assegura projetos de biometano. Com capacidade de produção até 170 GWh e valorização de 600 mil toneladas de resíduos urbanos, o financiamento para as cinco unidades será feito através do Banco Crédito Agrícola e atingirá os 25 milhões de euros.
“O Crédito Agrícola considera que a transição para uma economia mais sustentável exige visão de longo prazo (…) Esta operação traduz esse compromisso, ao apoiar um projeto que contribui para a descarbonização, para a valorização de recursos e para o reforço da autonomia, segurança e resiliência energética”, afirma Rodolfo Varela Pinto, Administrador do Banco.
Esperando entrar em produção até final deste ano de 2026, as unidades estão previstas para Coimbra, Aveiro, Leiria, Seixal e Amadora – todas elas através de empresas de gestão de resíduos sob a orientação da Mota-Engil Ambiente.
No final, espera-se a transformação de 20.3 milhões de metros cúbicos de biogás para biometano, para injeção, numa maior escala, na rede de gás nacional.
Projeto de biogás conta também com apoios extra.
Além do financiamento do Crédito Agrícola, o desenvolvimento destas novas unidades também conta com apoios extra. Nomeadamente do Plano de Recuperação e Resiliência.
A valorização energética pretende igualmente reduzir emissões de CO2, tanto pelo recurso a resíduos orgânicos urbanos, bem como pela substituição de gases com origem fóssil.
“Este projeto permite transformar resíduos urbanos em energia, reforçando o contributo para a descarbonização da economia e para a segurança energética do país.”, explica Hugo Pereira, CEO da Mota-Engil Ambiente e Energia.
Além destes 5 novos investimentos, a Mota-Engil Ambiente e Energia também desenvolve entre 2027 e 2030 outros projetos igualmente dedicados ao biometano. O objetivo é atingir os 500 GWh anuais de produção.
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