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Reino Unido acerta contas com HVO, verificando-se todas as possibilidades energéticas
Solução alternativa à eletrificação na mobilidade, a produção de HVO deverá ser uma aposta das empresas energéticas.
Com cerca de 92% de veículos movidos a combustíveis fósseis, o Reino Unido acerta contas com HVO. Visto como um dos combustíveis sustentáveis com melhor oportunidade de crescimento, é uma alternativa à eletrificação.
No caminho para a neutralidade, imposto pelas políticas europeias após 2035, o Reino Unido, quer descarbonizar as estradas. Ainda que com muito para fazer, o primeiro objetivo é lidar com as frotas de transporte pesado. Até porque muitas empresas ainda não o estão a fazer, por falta de apoios e, resultando, em falta de vontade.
Contudo, as vantagens do HVO são muitas. A começar que não existe necessidade em modificar motores. E sim, esta é uma das principais questões colocadas. Em segundo lugar, tende a reduzir até 90% as emissões de carbono. Por último, o abastecimento em toneladas de HVO no transporte pesado é mais eficiente do que a utilização de veículos pesados elétricos. O seja, um camião elétrico terá de fazer mais viagens para cobrir as toneladas em falta por comparação.
Reino Unido acerta contas com HVO, observando prós e contras nos impactos e produção
“O impacto ambiental de HVO é mínimo. Como produto resultante de segunda geração, o HVO permite a criação de uma economia circular, que acrescenta valor ao que seriam apenas resíduos para aterro.”
Biocombustível de segunda geração o HVO resulta totalmente de resíduos. Por outro lado, o processo de hidratação, consegue remover oxigénio, água e outras impurezas. Desta forma, possibilitando um maior tempo de armazenamento do que o gasóleo tradicional.
Funcionando como um biocombustível eficaz, a sua aplicabilidade poderá ser imediata enquanto a transição elétrica se vai desenvolvendo. O mercado precisa de cada vez maior alternativa e a indústria necessita de descarbonizar. No Reino Unido a aposta deverá ser certa. Haja investimento e escolha.
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